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COMUNIDADE TERAPÊUTICA FEMININA

Segue abaixo nossas COMUNIDADES TERAPÊUTICAS E CLINICAS DE RECUPERAÇÃO FEMININA, tratamento para mulheres dependentes de álcool e drogas.

Unidade Embu Guaçu

ÁLCOOL / DROGAS 

CLINICAS DE RECUPERAÇÃO FEMININA ALTO PADRÃO

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Quem não aceita o tratamento

O período inicial do tratamento é o período onde se requer maior atenção, pois o paciente está no início de sua desintoxicação e sua síndrome de abstinência está em alta. Após a entrada do paciente na clínica, o local tem 72 horas para avisar o ministério público. ACESSE

Centro Terapeutico

Possuímos unidades para de reabilitação para dependentes químicos, alcoólatras e pessoas com transtornos psiquiátricos. Internação para homens e mulheres, internação de baixo custo e de alto padrão. Pagamento parcelado em boleto bancário e unidades que aceitam planos de saúde. ACESSE.

Tratamento para usuários

O crack é dito por muitas pesquisas que é mais barato do que a cocaína, porém não é o que foi constatado, pois comparando a utilização de ambas as drogas, o crack acaba mais rápido e o efeito, apesar de mais forte, é mais curto que o da cocaína, durando cerca de 20 minutos no máximo.O uso do crack frequentemente leva o usuário à prática de pequenos delitos, para obter a droga. ACESSE.

Alcoolismo

O alcoolismo é uma doença crônica., pode levar a pessoa a não conseguir controlar a ingestão do álcool devido a uma dependência emocional e física. Os sintomas comuns são consumo repetido e exagerado de álcool apesar de problemas familiares, legais e de saúde. ACESSE.

Dependência Química

A compulsão pela droga e pelo efeito causado por ela altera a vida do dependente afetando as relações familiares, social e profissional, trazendo para o indivíduo um intenso sofrimento tanto físico como emocional. Prejuízos neurológicos e cognitivos causados são em sua maioria irreversíveis. ACESSE.

Tratamento para Esquizofrenicos

A esquizofrenia é uma doença que não tem cura, porem o tratamento pode ajudar muito. Raramente exige exames laboratoriais ou de imagem e requer uma avaliação médica. A causa primaria é desconhecida, porém tendências genéticas, desequilíbrio químico do cérebro e ambiente podem ser fatores de sua causa. No Brasil são constatados mais de 150 mil casos por ano. ACESSE.

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MULHERES

Historicamente, problemas relacionados ao consumo de álcool e outras são mais comuns em homens. A partir da 2º Guerra Mundial, com a entrada da mulher no mercado de trabalho e em profissões antes restritas aos homens, dentre outras mudanças no papel social da mulher, observamos que essa diferença vem diminuindo, especificamente entre os mais jovens.

Este fato esta associado a queda da idade do inicio do uso de substancias, maior entre as mulheres. Alem disso, diferenças entre os sexos e efeitos específicos de álcool e outras drogas, problemas nas mulheres tem um forte impacto no diagnostico e tratamento.

EFEITOS DO ÁLCOOL 

As mulheres desenvolvem concentrações sanguíneas mais elevadas do álcool, mesmo quando bebem uma mesma quantidade, mesmo levando em conta  diferenças de peso corporal.

Essa sensibilidade baseia-se, em parte na maior proporção de gordura e menor proporção de água no corpo feminino.

O álcool ingerido e diluído em uma menor proporção de água, resultando em um aumento de concentração. Alem disso, as mulheres exibem menor atividade uma enzima chamada álcool desidrogenase no estomago.

 

Na fisiologia feminina, uma quantidade menor de álcool e metabolizada; conseqüentemente, uma quantidade maior de álcool é absorvida pelas mulheres quando comparada aos homens levando também um aumento de concentração sanguínea de álcool.

Variações na organização do cérebro de homens e mulheres, particularmente a ação de substancias chamadas neuroesteroídes, também influenciam as diferenças entre os sexos em relação a resposta do organismo ao álcool. Esta maior vulnerabilidade explica, ao menos em parte, porque a dependência ao álcool e os problemas físicos associados progridem mais rápido em mulheres.

 

PROBLEMAS FÍSICOS DO ÁLCOOL

A morbidade e a mortabilidade associadas ao uso de álcool encontra-se aumentadas em mulheres, que apresentam taxas mais elevadas de problemas do fígado (incluindo cirrose) que os homens. E provável que as ações dos hormônios femininos contribua para piorar o dano ao fígado causado pelo o álcool. Alem disso, pressão alta, anemia, desnutrição, hemorragias, ulceras gastrointestinais, problemas cardíacos e cognitivos avançam mais rápido em mulheres, o que significa que o tratamento deveria ser instituído o quanto antes.

EFEITOS ESPECÍFICOS DO ÁLCOOL EM MULHERES

O consumo abusivo de álcool está associado a diversos problemas de saúde:

  • Interrupção das menstruações
  • Tensão pré-menstrual
  • Problemas de fertilidade
  • Menopausa precoce

Durante a gestação, o abuso de álcool pode levar a síndrome fetal pelo álcool que é caracterizada pelo retardo mental grave e outros problemas congênitos, incluindo retardo de crescimento, anomalias faciais e cardíaca. Uma vez que a quantidade de álcool considerada segura durante a gestação ainda não se encontra determinada, a abstinência ainda e a melhor recomendação.

PROBLEMAS PSIQUIÁTRICOS DO USO DO ÁLCOOL

Mulheres alcoolistas, mais freqüentemente do que os homens alcoolistas têm risco aumentado de também apresentarem algum outro problema psiquiátrico (65 contra 44%).

A identificação da existência ou não de um quadro de depressão é importante para o resultado do tratamento. Sabemos que um diagnóstico de depressão entre mulheres alcoolistas está geralmente associado a um melhor resultado do tratamento do alcoolismo, sendo que o oposto ocorre entre os homens.

Mulheres alcoolistas também apresentam mais freqüentemente transtornos alimentares como bulimia nervosa do que mulheres da população geral. O risco de desenvolver dependência de outras drogas também se encontra aumentado em mulheres alcoolistas, em comparação aos homens alcoolistas.

OUTRAS DROGAS 

No que se refere aos efeitos das outras drogas, poucos estudos foram feitos comparando os dois sexos, assim ainda não dispomos de dados definitivos. Há evidencias de que a droga como cocaína, a maconha, tranqüilizantes e estimulantes tenham efeitos mais prejudiciais em mulheres.

A maior parte do tratamento foi desenvolvida para os homens e somente depois, adaptados para as mulheres. No entanto, sabemos que as mulheres têm necessidades especiais, que estão resumidas no quadro seguir:

DOZE ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO TRATAMENTO PARA MULHERES

  1. Mulheres dependentes químicas sofrem intensos estigmas sociais, que decorre muitas vezes da noção incorreta de que elas sejam mais promiscuas e sexualmente disponíveis. Este estigma faz com que muitas tenham vergonha de admitir o problema d procurar o tratamento correto. Alem disso, muitos profissionais de saúde também não se sentem a vontade em perguntar sobre o uso de álcool/drogas para mulheres, o que retarda o diagnostico e adequado encaminhamento.
  2. As mulheres ainda enfrentam outras barreiras na busca por tratamento, tais como: não ter com quem deixar os filhos e medo de perder a guarda dos filhos se admitirem que tem um problema de álcool/drogas.
  3. A alta prevalência de transtornos psiquiátricos em mulheres dependentes químicas exige cuidadosa avaliação psiquiátrica. O profissional deve determinar qual o problema ocorreu antes, porque um transtorno primário (mais freqüentemente o caso entre mulheres) dificilmente melhorara somente com a abstinência e o uso de medicação especifica pode ser necessário. Alem disso, a avaliação apropriada das comorbidades psiquiátricas pode evitar a prescrição inadequada de calmantes (um pratica mais comum quando o cliente é mulher), prevenindo o desenvolvimento de futuros quadros de dependência.
  4. Uma vez que tentativas de suicídio são especialmente comuns entre mulheres dependentes químicas, particular atenção deve ser dada a esse aspecto quando da avaliação inicial do paciente.
  5. Mulheres dependentes químicas relatam com maior freqüência comportamentos sexuais de risco e descuido no manuseio de seringas do que os homens. Assim, uma revisão completa do estado físico, com especial atenção para fatores de risco para o HIV é necessária.
  6. o abuso de álcool/drogas pode funcionar como forma de controlar o peso para muitas mulheres. Alem de investigar ativamente a existência de transtornos alimentares, o profissional de vê aproveitar a oportunidade para discutir nutrição e exercício físicos como forma mais saudável de manter o peso.
  7. o uso de álcool/drogas entre mulheres sofre maior influencia dos companheiros e da família do que os homens. Portanto é importante perguntar sobre problemas relacionados a álcool/drogas na família do paciente. Elas terão maior chance de recaída se o ambiente familiar/social problemático permanecer o mesmo.
  8. É importante perguntar sobre o abuso sexual e/ou físico. Mulheres que estejam passando por esses problemas precisam primeiro encontrar um lugar seguro para morar ou o tratamento dificilmente será bem sucedido.
  9. Outro passo importante é encorajar a participação da família no tratamento, uma vez que a família é mais profundamente afetada quando a mulher tem um problema de dependência química. Eventualmente, será necessária terapia familiar. Alem disso, mães, particularmente mães solteiras podem ter dificuldade em conciliar trabalho e cuidado com os filhos, o que representa um desafio em sua recuperação.
  10. A gestação é um momento particularmente importante. Neste período, as mulheres encontram-se mais motivadas para o tratamento, cujos ganhos se mantém mesmo quando a criança já nasceu.
  11. Muitas mulheres acham mais fáceis falar sobre problemas sexuais e outros quando não há homens no grupo e o abandono ao tratamento parece ser menor em grupos só de mulheres propriamente ditas, baseadas no tipo de substancia, faixa etária, educação, estado civil, dentre outros aspectos. O ideal seria oferecer os dois tipos de tratamento: grupo misto e grupo só de mulheres.
  12. para saber mais, visite http://www.womenforsobriety.org e http://www.aa.org

FIM

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